Manoel de Barros se vê como um alquimista do verbo e “O LIVRO DAS
IGNORÃÇAS” é o resultado de um trabalho desconcertantemente
multifacetado, variando do telúrico ao surrealista, da precisão
descritiva à mais arrebatadora das metáforas, do lírico ao grotesco, da
elegância seiscentista de um soneto camoniano aos mais provocadores
efeitos formais e semânticos.
A linguagem artesanal de Manoel de Barros se faz presente logo no
título: ignorãças, uma licença poética de um dos maiores poetas
brasileiros contemporâneos.
Dividido em três partes – “Uma didática da invenção”, “Os desmelitos
da palavra” e “Mundo pequeno” -, O LIVRO DAS IGNORÃÇAS traz poemas
curtos e um auto-retrato de Manoel de Barros, no qual confessa: “Já
publiquei 10 livros de poesia; ao publicá-los me sinto meio desonrado e
fujo para o Pantanal onde sou abençoado a garças”. Esta edição também
ganha um novo projeto gráfico, além de trazer ilustrações feitas pelo
próprio poeta. A orelha preserva o texto original de Ênio Silveira,
publicado na primeira edição do livro.
Manoel de Barros se vê como um alquimista do verbo e “O LIVRO DAS
IGNORÃÇAS” é o resultado de um trabalho desconcertantemente
multifacetado, variando do telúrico ao surrealista, da precisão
descritiva à mais arrebatadora das metáforas, do lírico ao grotesco, da
elegância seiscentista de um soneto camoniano aos mais provocadores
efeitos formais e semânticos.
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Manoel de Barros se vê como um alquimista do verbo e “O LIVRO DAS IGNORÃÇAS” é o resultado de um trabalho desconcertantemente multifacetado, variando do telúrico ao surrealista, da precisão descritiva à mais arrebatadora das metáforas, do lírico ao grotesco, da elegância seiscentista de um soneto camoniano aos mais provocadores efeitos formais e semânticos.
A linguagem artesanal de Manoel de Barros se faz presente logo no título: ignorãças, uma licença poética de um dos maiores poetas brasileiros contemporâneos.
Dividido em três partes – “Uma didática da invenção”, “Os desmelitos da palavra” e “Mundo pequeno” -, O LIVRO DAS IGNORÃÇAS traz poemas curtos e um auto-retrato de Manoel de Barros, no qual confessa: “Já publiquei 10 livros de poesia; ao publicá-los me sinto meio desonrado e fujo para o Pantanal onde sou abençoado a garças”. Esta edição também ganha um novo projeto gráfico, além de trazer ilustrações feitas pelo próprio poeta. A orelha preserva o texto original de Ênio Silveira, publicado na primeira edição do livro.
Manoel de Barros se vê como um alquimista do verbo e “O LIVRO DAS IGNORÃÇAS” é o resultado de um trabalho desconcertantemente multifacetado, variando do telúrico ao surrealista, da precisão descritiva à mais arrebatadora das metáforas, do lírico ao grotesco, da elegância seiscentista de um soneto camoniano aos mais provocadores efeitos formais e semânticos.