Primeiro volume de uma trilogia subordinada ao título De Rios Velhos e
Guerrilheiros, nele reencontramos a «voz» inconfundível do autor na
quebra da sintaxe convencional, na presença de neologismos, na
incorporação de expressões em quimbundo, para mencionarmos apenas
algumas das marcas essenciais da escrita e da obra de José Luandino
Vieira. Contenção e transbordamento – o rio e as suas margens –
refletem-se nestas páginas em que se projeta a história recente de
Angola, mas não só. É também de outras crises que O Livro dos Rios se
ocupa, abismos de contemporaneidade e problemas que desde tempos
imemoriais têm envolvido o homem e mobilizado os grandes escritores.
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Primeiro volume de uma trilogia subordinada ao título De Rios Velhos e Guerrilheiros, nele reencontramos a «voz» inconfundível do autor na quebra da sintaxe convencional, na presença de neologismos, na incorporação de expressões em quimbundo, para mencionarmos apenas algumas das marcas essenciais da escrita e da obra de José Luandino Vieira. Contenção e transbordamento – o rio e as suas margens – refletem-se nestas páginas em que se projeta a história recente de Angola, mas não só. É também de outras crises que O Livro dos Rios se ocupa, abismos de contemporaneidade e problemas que desde tempos imemoriais têm envolvido o homem e mobilizado os grandes escritores.