O jogo da amarelinha, o livro mais emblemático do grande escritor
Julio Cortázar, foi uma verdadeira revolução no romance em língua
espanhola: pela primeira vez um escritor levava às últimas consequências
a ideia de transgredir a ordem tradicional de uma história e a
linguagem para contá-la. O resultado é este livro único, aberto a
múltiplas leituras, repleto de humor, de riscos e de uma originalidade
sem precedentes. Durante as últimas cinco décadas, O jogo da amarelinha
vem sendo lido com curiosidade, assombro, interesse ou devoção, e para
comemorar os 50 anos de publicação deste livro que mudou a história da
literatura e sacudiu a vida de milhares de jovens em todo o mundo, a
Civilização Brasileira o relança em novo formato, com novo projeto
gráfico de capa e prefácio de Ari Roitman, consagrado tradutor de
diversas obras de Cortázar.
“O Jogo da Amarelinha” teve imediatamente uma recepção extraordinária
nas mais variadas línguas e latitudes. Vivia-se um tempo de rupturas.
Na política, nas artes, nos costumes, por toda parte o novo forçava
passagem para se substituir ao velho. E por toda parte este livro
capturou, com sua ousadia formal, com seus personagens inesquecíveis,
com sua visão de mundo complexa e sensível, a atenção de multidões de
leitores.
Description:
O jogo da amarelinha, o livro mais emblemático do grande escritor Julio Cortázar, foi uma verdadeira revolução no romance em língua espanhola: pela primeira vez um escritor levava às últimas consequências a ideia de transgredir a ordem tradicional de uma história e a linguagem para contá-la. O resultado é este livro único, aberto a múltiplas leituras, repleto de humor, de riscos e de uma originalidade sem precedentes. Durante as últimas cinco décadas, O jogo da amarelinha vem sendo lido com curiosidade, assombro, interesse ou devoção, e para comemorar os 50 anos de publicação deste livro que mudou a história da literatura e sacudiu a vida de milhares de jovens em todo o mundo, a Civilização Brasileira o relança em novo formato, com novo projeto gráfico de capa e prefácio de Ari Roitman, consagrado tradutor de diversas obras de Cortázar.
“O Jogo da Amarelinha” teve imediatamente uma recepção extraordinária nas mais variadas línguas e latitudes. Vivia-se um tempo de rupturas. Na política, nas artes, nos costumes, por toda parte o novo forçava passagem para se substituir ao velho. E por toda parte este livro capturou, com sua ousadia formal, com seus personagens inesquecíveis, com sua visão de mundo complexa e sensível, a atenção de multidões de leitores.