Sentir-se na fronteira da identidade cultural, tendo um pé na África, a cabeça em Portugal e os sentimentos no Brasil, assim Agualusa proclama a existência de uma lusofonia que não quer calar-se. No processo de criação de O ano que Zumbi tomou o Rio, o autor realizou varias entrevistas em favelas cariocas, um verdadeiro trabalho de campo que nos é apresentada neste livro.
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Sentir-se na fronteira da identidade cultural, tendo um pé na África, a cabeça em Portugal e os sentimentos no Brasil, assim Agualusa proclama a existência de uma lusofonia que não quer calar-se. No processo de criação de O ano que Zumbi tomou o Rio, o autor realizou varias entrevistas em favelas cariocas, um verdadeiro trabalho de campo que nos é apresentada neste livro.