Ao atacar uma tela em plena National Gallery of Art, o pintor e
professor Robert Oliver é internado em uma instituição psiquiátrica.
Lacrado em seu silêncio e obcecado pelos misteriosos olhos negros de uma
dama que desenha à exaustão, Oliver se transforma no passaporte que
conduz seu psiquiatra – e também pintor -, Andrew Marlow, a
investigações pouco convencionais sobre seu passado.
Entrecortada
pelas vozes das mulheres que Robert Oliver deixou para trás, a narrativa
de Marlow passeia minuciosamente por galerias de arte – especialmente
pelas obras dos impressionistas franceses -, discute o fazer e a paixão
pela pintura e se soma a mais um dos segredos de seu paciente: a
intimidade das cartas trocadas por dois amantes, e artistas, franceses
do século XIX.
Os ladrões de cisne transporta o leitor por
séculos, de cidades americanas contemporâneas à costa da Normandia do
século XIX, além de expor justamente o que há de primordial na arte: o
humano, com toda a sua beleza e sua fragilidade. Com o mesmo dom da
narrativa que tornou O historiador uma sensação internacional, Elizabeth
Kostova evoca um mundo que persiste muito tempo depois de virada a
última página.
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Ao atacar uma tela em plena National Gallery of Art, o pintor e professor Robert Oliver é internado em uma instituição psiquiátrica. Lacrado em seu silêncio e obcecado pelos misteriosos olhos negros de uma dama que desenha à exaustão, Oliver se transforma no passaporte que conduz seu psiquiatra – e também pintor -, Andrew Marlow, a investigações pouco convencionais sobre seu passado.
Entrecortada pelas vozes das mulheres que Robert Oliver deixou para trás, a narrativa de Marlow passeia minuciosamente por galerias de arte – especialmente pelas obras dos impressionistas franceses -, discute o fazer e a paixão pela pintura e se soma a mais um dos segredos de seu paciente: a intimidade das cartas trocadas por dois amantes, e artistas, franceses do século XIX.
Os ladrões de cisne transporta o leitor por séculos, de cidades americanas contemporâneas à costa da Normandia do século XIX, além de expor justamente o que há de primordial na arte: o humano, com toda a sua beleza e sua fragilidade. Com o mesmo dom da narrativa que tornou O historiador uma sensação internacional, Elizabeth Kostova evoca um mundo que persiste muito tempo depois de virada a última página.