Entenda como a qualidade de vida e a felicidade da população influenciam o futuro do “país do futuro”.
Durante
450 anos o Brasil foi pressionado a copiar o modelo europeu; há 50 anos
tem copiado o dos Estados Unidos. Agora que os EUA e a Europa estão em
profunda crise, o Brasil está sozinho consigo mesmo e é obrigado a
desenvolver seu próprio modelo, que pode ser valioso para o mundo
inteiro. Para o “país do futuro”, o futuro chegou! Globalmente,
mesmo com o progressivo aumento de países democráticos e a difusão de
informação e educação, o mundo se sente preso entre desorientação e
medo. Aguarda vento favorável, mas não sabe para onde ir. O
socialismo perdeu, mas o capitalismo não venceu, como já dizia Václav
Havel. Em qual modelo social, então, devemos nos basear? Por onde
começar? Uma coisa é certa: para projetar nosso futuro, devemos fazer
uma reflexão sobre todos os modelos socioeconômicos e religiosos que já
foram testados pela humanidade no decorrer de sua longa história. Essa é
a missão épica de Domenico De Masi. Além de analisar a estrutura de
países como Brasil, Índia, China e Japão, o autor perpassa pelos
sistemas que mais marcaram a história social do mundo, os modelos
católico, hebraico, muçulmano, protestante, clássico, iluminista,
liberal, capitalista, socialista, comunista até nosso atual modelo
pós-industrial. O objetivo é extrair o melhor de cada um deles para
se construir um modelo de vida global inédito, que seja finalmente
adequado à sociedade pós-industrial. E a revisitação à história do mundo
oferece insights para traçar a rota de um futuro feliz e a conclusão de
que o progresso da sociedade só pode ser medido segundo a qualidade de
vida e a felicidade da população. Uma sociedade que seja capaz de
exercer o ócio criativo, a meditação, o lazer, o amor, a contemplação da
beleza, a amizade e a convivialidade.
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Entenda como a qualidade de vida e a felicidade da população influenciam o futuro do “país do futuro”.
Durante 450 anos o Brasil foi pressionado a copiar o modelo europeu; há 50 anos tem copiado o dos Estados Unidos. Agora que os EUA e a Europa estão em profunda crise, o Brasil está sozinho consigo mesmo e é obrigado a desenvolver seu próprio modelo, que pode ser valioso para o mundo inteiro. Para o “país do futuro”, o futuro chegou!
Globalmente, mesmo com o progressivo aumento de países democráticos e a difusão de informação e educação, o mundo se sente preso entre desorientação e medo. Aguarda vento favorável, mas não sabe para onde ir.
O socialismo perdeu, mas o capitalismo não venceu, como já dizia Václav Havel. Em qual modelo social, então, devemos nos basear? Por onde começar? Uma coisa é certa: para projetar nosso futuro, devemos fazer uma reflexão sobre todos os modelos socioeconômicos e religiosos que já foram testados pela humanidade no decorrer de sua longa história. Essa é a missão épica de Domenico De Masi. Além de analisar a estrutura de países como Brasil, Índia, China e Japão, o autor perpassa pelos sistemas que mais marcaram a história social do mundo, os modelos católico, hebraico, muçulmano, protestante, clássico, iluminista, liberal, capitalista, socialista, comunista até nosso atual modelo pós-industrial.
O objetivo é extrair o melhor de cada um deles para se construir um modelo de vida global inédito, que seja finalmente adequado à sociedade pós-industrial. E a revisitação à história do mundo oferece insights para traçar a rota de um futuro feliz e a conclusão de que o progresso da sociedade só pode ser medido segundo a qualidade de vida e a felicidade da população. Uma sociedade que seja capaz de exercer o ócio criativo, a meditação, o lazer, o amor, a contemplação da beleza, a amizade e a convivialidade.