O meio ambiente suportará o atual sistema de consumo? É possível manter
tudo como está? Este livro chama a atenção para a destruição do planeta
promovido pelo atual sistema econômico que, além de desigual, não tem
compaixão pelo planeta e o destrói constantemente. Os dados aqui
apresentados nos convocam para a tomada de consciência, para o fato de
que é possível haver um novo sistema econômico compatível com a
modernidade tecnológica, que pode ser reinventada tendo em vista o
respeito pelo meio ambiente e pela dignidade humana. A curiosidade
científica e a imaginação técnica não devem ser abandonadas, e sim
incentivadas a participar da construção de um sistema mais humano. É
necessário mudar o conceito de desenvolvimento, de modo a comportar o
sentido de humanidade e respeito à vida em seu conceito mais abrangente.
Esta obra propõe medidas como a cooperação, que não deve se desenvolver
apenas entre indivíduos e grupos no seio de uma sociedade, mas em
escala internacional e até mesmo planetária. Se as nações podem optar
entre cooperação e rivalidade, não há mais argumentos que justifiquem a
rivalidade, que frequentemente conduz à guerra. A crise ambiental clama
por uma mudança no jogo tradicional da rivalidade entre as nações, pois,
ainda que não venha a ter vencedores ou perdedores no desequilíbrio das
regulações da biosfera, na melhor das situações, as perdas não serão
iguais. Os impactos da crise ambiental serão sempre mais pesados para os
países do sul, e os países ricos poderão se sentir tentados a procurar
sozinhos uma forma de adaptação. Por isso, um novo sistema que opte pela
paz e pela proteção do meio ambiente deve ser buscado, e pode ser
alcançado, se todos quiserem salvar o planeta.
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O meio ambiente suportará o atual sistema de consumo? É possível manter tudo como está? Este livro chama a atenção para a destruição do planeta promovido pelo atual sistema econômico que, além de desigual, não tem compaixão pelo planeta e o destrói constantemente. Os dados aqui apresentados nos convocam para a tomada de consciência, para o fato de que é possível haver um novo sistema econômico compatível com a modernidade tecnológica, que pode ser reinventada tendo em vista o respeito pelo meio ambiente e pela dignidade humana. A curiosidade científica e a imaginação técnica não devem ser abandonadas, e sim incentivadas a participar da construção de um sistema mais humano. É necessário mudar o conceito de desenvolvimento, de modo a comportar o sentido de humanidade e respeito à vida em seu conceito mais abrangente. Esta obra propõe medidas como a cooperação, que não deve se desenvolver apenas entre indivíduos e grupos no seio de uma sociedade, mas em escala internacional e até mesmo planetária. Se as nações podem optar entre cooperação e rivalidade, não há mais argumentos que justifiquem a rivalidade, que frequentemente conduz à guerra. A crise ambiental clama por uma mudança no jogo tradicional da rivalidade entre as nações, pois, ainda que não venha a ter vencedores ou perdedores no desequilíbrio das regulações da biosfera, na melhor das situações, as perdas não serão iguais. Os impactos da crise ambiental serão sempre mais pesados para os países do sul, e os países ricos poderão se sentir tentados a procurar sozinhos uma forma de adaptação. Por isso, um novo sistema que opte pela paz e pela proteção do meio ambiente deve ser buscado, e pode ser alcançado, se todos quiserem salvar o planeta.